MPT-CE participou da 1ª Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Evento reuniu instituições e sociedade para debater a Agenda 2030 e fortalecer a defesa dos direitos humanos no Ceará
O Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT-CE) participou, nos dias 18 e 19 de maio, da 1ª Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), realizada no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. A programação foi promovida pela Comissão Organizadora, presidida pela Secretaria dos Direitos Humanos do Ceará (Sedih), e reuniu representantes do poder público, entidades e da sociedade civil.
A procuradora do Trabalho Christiane Nogueira representou o MPT-CE na abertura do evento, no primeiro dia de atividades, ao lado de outras autoridades. Já no segundo dia, o procurador do Trabalho e coordenador da Rede Peteca, Antonio Lima, participou das discussões no eixo temático 3, “Promoção da inclusão social e o combate às desigualdades”.
Ao todo, o evento contou com seis eixos temáticos, nos quais os participantes se dividiram para debater e elaborar propostas relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: democracia e instituições fortes; sustentabilidade ambiental; promoção da inclusão social e combate às desigualdades; inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável; governança participativa; e colaboração multissetorial e financiamento da Agenda 2030.
Durante as atividades, o procurador do Trabalho Antonio Lima destacou a importância da participação nos debates. “Estamos debatendo propostas e iremos escolher seis propostas que serão levadas para a etapa nacional, a ser realizada em Brasília”, afirmou.
A etapa estadual é preparatória para a etapa nacional, que acontecerá em Brasília de 30 de junho a 2 de julho. Os participantes elegeram a delegação que representará o Ceará na etapa nacional, confira a lista clicando AQUI.
Protagonismo juvenil
A estudante Sofia Amâncio, de 17 anos, participante do eixo 1, “Democracia e instituições fortes”, destacou a importância da presença juvenil nos espaços de debate. Segundo ela, a participação foi uma oportunidade de representar jovens em um ambiente ainda pouco ocupado por esse público. “Na minha sala não tinha jovens além de mim, então, para mim, é um privilégio poder representá-los. Gostaria muito que os jovens tivessem mais lugares de fala, porque infelizmente somos um público pequeno nesse tipo de evento”, afirmou.
