Profissionais de ensino vão intensificar combate ao trabalho infantil no Ceará

Programa reconhecido como modelo, pela Organização Internacional do Trabalho, ampliará ações para mais vinte municípios

Representantes de mais de cem cidades cearenses serão capacitados, nesta segunda e terça-feira (20 e 21), na sede da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (APRECE), para atuar no combate ao trabalho infantil, no Estado. Será a 9ª Oficina de Coordenadores Municipais do PETECA, o Programa de Educação Contra a Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes, reconhecido pela Organização Internacional do Trabalho como modelo de boas práticas em defesa dos direitos e proteção à infância, no Brasil e no mundo.

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Governo do Estado é condenado por danos morais na Expocrato

Trabalhadores dormiam em currais e estábulos; faziam refeições dividindo espaço com os animais, sem condições de higiene

O Governo do Ceará foi condenado a pagar indenização de R$ 300 mil por danos morais coletivos por violações de direitos trabalhistas na Expocrato, maior feira de agronegócios do estado. A sentença da 2ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho é resultado de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT-CE), a fim de garantir condições dignas para os trabalhadores em relação à estrutura física – com alojamentos, refeitórios e banheiros adequados – e combater a exploração de crianças e adolescentes no evento.

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Alunos de escolas públicas do Ceará recebem prêmio nacional em Brasília

Estudantes e profissionais de ensino da rede pública de cinco municípios cearenses receberam nesta quinta-feira (9), em Brasília, R$60 mil como premiação do MPT na Escola, concurso cultural realizado pelo Ministério Público do Trabalho em todo o país com o objetivo de estimular, por meio da arte, o debate sobre os prejuízos do trabalho precoce. A cerimônia de entrega do prêmio foi às 14h (horário local), na sede da Procuradoria Geral do Trabalho.

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Entraves para o combate ao trabalho escravo

As operações de combate ao trabalho escravo no Ceará, em 2016, resultaram no resgate de três trabalhadores. Significa uma redução de 95% em comparação ao ano anterior, quando 70 pessoas foram retiradas de condições análogas à escravidão. A queda drástica, no entanto, não é motivo de comemoração. Mas, sim, reflete um ano de interrupção nas fiscalizações, em razão da greve dos auditores fiscais do Trabalho. O balanço das operações foi apresentado nesta segunda-feira (30), em coletiva de imprensa na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado.

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