Trabalho escravo: 103 trabalhadores resgatados no Ceará em 2013
Dormir ao relento, em alojamentos sem qualquer tipo de higiene, trabalhar em uma jornada estafante, beber da mesma água que os animais, ter uma comida de péssima qualidade, entre outras violações da dignidade humana. Esta não é uma realidade do século XIX, mas do que os inspetores encontraram durante o ano de 2013 nas inspeções do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, formado por entidades como o Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho e Emprego e Polícia Rodoviária Federal. Chegou-se a constatar trabalhadores cujo alojamento era um pé de um cajueiro. Tudo isso, sem que lhes tivessem sido fornecido nenhum Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e sequer tivessem suas Carteiras de Trabalho (CTPS) assinadas.